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Brasília, 24 de janeiro de 2019

Bom dia a todos,

Inicialmente,

ü  agradeço a Deus por estar aqui agora, fazendo parte desse momento histórico de mudança do Brasil;

ü  agradeço a meus pais que me possibilitaram o acesso a uma educação sólida, em particular a minha mãe Dona Thusnelda, hoje com 83 anos, que infelizmente não pode comparecer a esse evento devido a problemas de saúde;

ü  agradeço as minhas três filhas Sabrina, Samantha e Gabriela, razão maior de minha vida;

ü  agradeço a minha esposa Telma Amorim, aqui presente, que suporta minhas chatices e  minhas ausências, diante das constantes viagens de trabalho;

ü  agradeço ao Presidente Jair Messias Bolsonaro, que trouxe a esperança e motivação aos brasileiros;

ü  agradeço ao Ministro Ricardo Vélez Rodriguez, que me confiou tarefa tão honrosa e importante cujo principal objetivo é a melhoria da educação brasileira;

ü  agradeço, finalmente, a todos aqui presentes, que me deixam contente e vaidoso por prestigiarem esse rito de passagem, tão significativo para minha vida profissional.


De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”

 

É querendo poder festejar a virtude, não rir da honra e não ter vergonha de ser honesto, que estou assumindo a presidência do INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira.

 

Pretendo contribuir com o legado nos deixado por Anísio Teixeira, educador brasileiro, motivo de inspiração na busca de um novo modelo e de uma reescrita do movimento por ele liderado, há quase um século, na busca de uma “Escola Nova”.

 

Ao assumir a presidência, do então Instituto Nacional de Pedagogia, precursor do hoje INEP, Anísio Teixeira tinha como objetivo estabelecer centros de pesquisa como um meio de "fundar em bases científicas a reconstrução educacional do Brasil". 

 

Hoje precisamos de uma nova escola, com novos paradigmas, que resgate nossos valores, que tenham como diretrizes o respeito, a família e a pátria, e busquem a eficaz formação de cidadãos íntegros, éticos, com conhecimento e trabalhadores. Uma nova escola que tenha “resistência” a ideologias e crenças inadequadas ou inconsequentes, algumas com origem em interpretações superficiais de pseudos intelectuais ou de um oportunismo politico partidário ideológico, que levou o nosso país a uma situação insustentável.

 

Diante dos desafios e responsabilidades educacionais do século 21, temos como objetivo a “reconstrução educacional do Brasil”. E a nova direção do INEP perseguirá de forma incansável esse objetivo, nos delegados pelo Sr. Ministro da Educação, Prof. Ricardo Vélez Rodriguez e pelo Presidente da República Jair Messias Bolsonaro.  

 

Para atingir esse objetivo, em nossa gestão pretendemos modernizar os serviços que o INEP presta à sociedade, e em particular às entidades educacionais, públicas e privadas, ao governo federal e aos governos estaduais e municipais.

 

Sempre podemos fazer mais com menos. É nosso objetivo otimizar o elevado conhecimento dos colaboradores do INEP. Buscaremos um norte motivador, para um maior comprometimento e satisfação institucional de toda a equipe. Juntos encontraremos métodos para racionalizar soluções identificadas a partir de  inadequações que não agregam valor aos principais serviços prestados pelo INEP. Para isso precisamos rever nossos processos e modelo organizacional, utilizando as modernas ferramentas de gestão.

 

Em nosso projeto elencamos 32 ações prioritárias, que contemplam desde a implantação de uma Gestão Estratégica, um Escritório de Gestão de Projetos, a Governança Corporativa e Compliance, até uma revisão criteriosa dos indicadores e modelos de medição de nossas avaliações e exames.

 

Como professor há mais de 40 anos, tenho consciência que esses objetivos supramencionados só serão alcançado com a valorização e capacitação dos professores. Precisamos sim das estruturas, das novas tecnologias, com métricas e indicadores que tenham maior eficácia, como suporte aos professores e aos gestores educacionais. Sendo engenheiro de formação, seguidor e usuário das modernidades tecnológicas na educação, penso que essas ainda em nossa geração, serão ferramentas de apoio aos mestres em suas salas de aula, alguns ainda com seus quadros negros e giz.

 

Com meus títulos acadêmicos formais, com minha experiência como professor no ensino fundamental, superior e principalmente na pós-graduação, com meus diversos escritos, me questiono, sou um educador?

 

Hoje prefiro responder que, tenho sim, a legitimidade de um educador, porém é na condição de executivo, gestor de processos e de instituições educacionais, comandando uma equipe de alto nível no INEP, que pretendo atender as demandas e obrigações me atribuídas.

 

Sou brasileiro do Ceará. Iniciei essa fala com uma citação do também brasileiro Ruy Barbosa, quero terminar ainda, com o poeta Patativa do Assaré, ao dizer que “Não nego meu sangue, não nego meu nome; Olho para fome e pergunto: o que há? Eu sou brasilêro fio do Nordeste, Sou cabra da peste, sou do Ceará”.

 

Este posicionamento poderia ser estendido a quase 60 milhões de brasileiros, que não negaram apoio às mudanças, para manutenção de nossa liberdade, e a garantia que nosso nome voltará a ser escrito em verde e amarelo. Somos todos cabras da peste, somos do Brasil!

 

Que Deus nos oriente nessa necessária, difícil, mas possível missão de melhorar a educação no Brasil. Muito Obrigado!

Postado em: Notícias gerais

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