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Metodologias

Uma metodologia é composta por métodos lógicos e científicos. Uma metodologia é descrita como parte integrante da lógica e de várias áreas do saber que focam nas diversas modalidades de pensamento e a sua aplicação.
As metodologias desenvolvidas pelo Prof. Marcus Vinicius Rodrigues, a AORP (Analise Organizacional através Tipologia de Ritos de Passagens), a GEIQ (Gestão Estratégica e Integrada dos Processos para a Qualidade), e a OTG (Oficina de Tecnologia de Gestão), e publicadas em seus livros ou artigos, têm origens em seus estudos científicos e em seus trabalhos de campo, através de pesquisas cientificas ou consultorias em organizações publicas ou privadas.
Essas metodologias têm hoje sido adotadas e citadas, com grande amplitude em trabalhos acadêmicos e científicos, e utilizadas como modelo de gestão em organizações do Brasil e Portugal. Número de referencias do Prof. Marcus em “Citações do Google Acadêmico”, em 03/outubro/2019: 1,3 mil citações.
Atualmente o Prof. Marcus, e sua equipe, estudam e pesquisam uma nova metodologia denominada inicialmente de “Ideando”, que tem como objetivo a Criação e Desenvolvimento de Produtos (bens e serviços) diante do contexto apresentado pelo novo milênio. Essa nova metodologia apesar de alguns de seus métodos, de já fazerem parte de publicações do Prof. Marcus, só será publicada no segundo semestre de 2020.

GEIQ

Metodologia: Gestão Estrategica e Integrada dos Processos para a Qualidade

(Publicação inicial: RODRIGUES, M.V. Ações para a Qualidade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2004).

A Metodologia GEIQ - Gestão Estratégica e Integrada dos Processos para a Qualidade foi desenvolvida pelo Prof. Marcus Vinicius Rodrigues e publicada inicialmente em 2004, e hoje se encontra em seu livro Ações para a Qualidade (Editora LTC – Livros Técnicos e Científicos, 6ª edição, 2019). É uma metodologia que tem como objetivo vincular de forma eficaz e em todos os setores organizacionais, os objetivos estratégicos aos indicadores operacionais e dá suporte e operacionalizar as mudanças organizacionais com a integração e utilização conjunta de outras metodologias como a Gestão da Qualidade Total, Metodologia Seis Sigma e Pensamento Lean.

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Figura 1: Metodologia GEIQ - Gestão Estratégica e Integrada dos Processos para a Qualidade

A Metodologia GEIQ apresenta o caminho para a busca de uma visão para atingir e manter o sucesso empresarial através de um sistema integrado de gestão, com base nas diretrizes da empresa, priorizando ao mesmo tempo os aspectos estratégicos, estruturais, comportamentais, operacionais e otimizando a cadeia de suprimentos, monitorados pela metodologia e projetos Seis Sigma.

Através de um sistema integrado de gestão, a Metodologia GEIQ, veja Figura 1, com o suporte de modernas técnicas gerenciais e organizacionais prioriza quatro ações: as Estratégicas, as Estruturais, as Comportamentais e as Operacionais. Onde:

  • As Ações Estratégicas buscam conceber o foco estratégico da organização, com seus respectivos elementos, e analisar os ambientes externo e interno, com a finalidade de definir os caminhos adequados para atingir os objetivos definidos pelo nível estratégico diante do foco principal dos serviços a serem realizados.
  • As Ações Estruturais buscam a concepção de uma arquitetura compatível e alinhada com os objetivos estratégicos. Essas adaptações estruturais estão vinculadas a novos conceitos, valores e posturas organizacionais, diante do foco principal dos serviços a serem realizados e da eficaz busca de soluções.
  • As Ações Comportamentais têm dois papéis fundamentais: a busca de uma melhor qualidade de vida e do comprometimento do colaborador diante das causas e objetivos definidos pela organização e de preparar o colaborador para os processos de mudanças, capacitando-o em técnicas de gestão, com foco na criatividade e inovação, diante de uma visão empreendedora.
  • As Ações Operacionais buscam os resultados organizacionais, diante do foco principal dos serviços a serem realizados e da busca de soluções, através da gestão, modelagem e melhorias dos processos, alinhados aos objetivos estratégicos, moldurados por uma arquitetura organizacional compatível e com colaboradores capacitados e comprometidos. Para que isso seja possível, com eficiência e eficácia, e com criatividade e inovação, através das confiáveis Técnicas Analíticas, utiliza-se como suporte algumas das técnicas ou princípios do Pensamento Lean, da Metodologia Seis Sigma, do Desing Thinking e do Business Model Canvas.

OTG

Metodologia: Oficinas de Tecnologia de Gestão

(Publicação inicial: RODRIGUES, M.V. Reflexões e considerações sobre a gestão das organizações públicas brasileiras. In: Política Democrática Um novo horizonte para o país. Revista de Politica e Cultura, Ano XVI, nº 46, novembro 2016).

As Oficinas de Tecnologia de Gestão - OTG’s é um método de intervenção organizacional, com formação dos Multiplicadores Internos, e com eficaz transferência de tecnologia de gestão e organizacional, destinado a organizações de diversos tamanhos, e dos diferentes setores de atividades públicas ou privadas.

Os serviços realizados com base nas OTG’s tomam como suporte conceitual, toda a sequência lógica, de evolução do conhecimento organizacional e gerencial. Para sistematizar e agrupar os processos será utilizada a Metodologia GEIQ - Gestão Estratégica e Integrada de Processos para a Qualidade.

Assim, as OTG’s com o suporte conceitual e direcionador da Metodologia GEIQ considera ainda os princípios da sustentabilidade e autonomia organizacional com a identificação de suas reais necessidades operacionais e de conhecimento, o que será contemplado pela relação dos Consultores com os Multiplicadores Internos, e pela plena transferência de tecnologia de gestão a organização, para a implantação das soluções e mudanças continuadas.

O foco prioritário para a solução do problema da organização deve ser trabalhado dentro do seu próprio contexto organizacional, pelos Consultores juntamente com seus Multiplicadores Internos, com todas as suas variáveis, elementos, aspectos culturais e limitações. O que aumenta a probabilidade de sucesso ao fazer com que a mudança proposta se integre a todas as etapas e segmento da vida organizacional e alinhadas a cultura da mesma.

Assim com as OTG’s não se pretende enviar Consultores a organização para executarem uma tarefa, com base em modelos já predefinidos, como tem sido uma tradição e prática. E sim, esses deverão atuar como especialistas junto aos Multiplicadores Internos da organização, desenvolvendo um conjunto de atividades para entender e diagnosticar o problema e encontrar a melhor alternativa de solução.

FIGURA 1 – Modelos de Intervenção Organizacional

Isso será feito através da construção de um ambiente de aprendizagem próprio, constituído de reuniões, parte destas realizadas no local do trabalho onde a tarefa é executada, e parte em sala de reuniões.

Neste ambiente de aprendizagem e inovação existe uma troca de conhecimentos teórico e prático, possibilitando aos Consultores se familiarizarem com as práticas e o dia-a-dia da organização, e aos Multiplicadores Internos uma oportunidade única para obterem novos conhecimentos, alinhados com as melhores práticas de gestão, apresentadas pelos Consultores. E ainda, todos participarão de um espaço de reflexão e debates, com liberdade e criatividade, sobre questões importantes relativas à organização.

Com as OTG's, a organização, através de seus Multiplicadores Internos, com a orientação dos Consultores, deve identificar e entender o problema, participar ativamente da elaboração do diagnóstico e buscar uma solução inovadora, e também, de sua efetiva implantação. Ou seja, nesta metodologia a ação de formação não é fundamentada em um modelo passivo de treinamento ou Consultoria, mas sim, emprega uma metodologia de educação participativa, “aprendendo fazendo”, com grande troca de experiências, na qual os conceitos são aplicados de forma prática pelos Multiplicadores Internos, que são motivados, preparados e assessorados para agir em questões da própria organização.

Ao final desta intervenção, Multiplicadores Internos devem apresentar um conhecimento estruturado e crítico sobre o tema e, principalmente, desenvolver a capacidade de efetivamente aplicar as técnicas e mudanças para a otimização dos processos críticos da organização nas áreas trabalhadas, passando a constituir a base para um futuro grupo de assessoria ou Consultoria organizacional interna de gestão, visado assessorar a direção de forma continuada e eficaz.

É esse método de intervenção organizacional é hoje um dos mais eficazes e de menor custo. Seu desenvolvimento é dinâmico e pode ser entendido não só como uma metodologia, mas principalmente como um norte para uma nova postura nas relações de intervenções e análise das organizações.

A OTG é dividida em quatro etapas; a primeira Análise Situacional; a segunda Buscando e Definindo a Solução e Capacitando os Multiplicadores Internos; a terceira Apresentando a Solução e Plano de Ação; e a quarta Acompanhamento da Implantação do Plano de Ação.

FIGURA 2: Etapa da Oficina de Tecnologia de Gestão - OTG

AORP

Metodologia: Análise Organizacional Através dos Ritos de Passagens

(Publicação inicial: RODRIGUES, M.V. Ritos e Excelência nas Empresas. Petrópolis: Vozes, 2002).

A Metodologia AORP (Análise Organizacional através dos Ritos de Passagens) busca investigar, diagnosticar e analisar as intensidades das relações entre os aspectos da cultura organizacional através de uma Tipologia dos Ritos de Passagens nas organizações, diante da implantação dos processos de melhoria, com foco na excelência organizacional.

Com a AORP buscou-se explicações para identificar os fatores que levam à internalização, ou não, de programas apresentados nas organizações e à correlação entre o sucesso, de determinados programas de melhoria, diante da intensidade ou importância de aspectos culturais específicos. Serão utilizadas como categoria de analise para verificar os aspectos culturais as manifestações rituais.

A Metodologia AORP estabelece como referencia para analise das manifestações rituais uma tipologia criada pelo Prof. Marcus que contempla três grupos:
(1) Ritos de Passagem Humanos nas Organizações;
(2) Ritos de Passagem Estruturais nas Organizações;
(3) Ritos de Passagem Cósmicos nas Organizações.

Quanto as variáveis destinadas a analise da excelência organizacional foram contempladas:
(1) Liderança;
(2) Planejamento Estratégico;
(3) Foco no Cliente e no Mercado;
(4) Informação e Análise;
(5) Gestão de Pessoas;
(6) Gestão de Processos.

O modelo foi desenvolvido pelo Prof. Marcus e testado antes de sua divulgação em diversas organizações, dentre elas:
Cargill (Bebedouros/SP);
Caterpillar Brasil (Piracicaba/SP);
Citibank Corporate Banking (São Paulo/SP);
Copesul (Triunfo/RS);
ECT (Rio de Janeiro/RJ);
Pirelli Cabos (Sorocaba/SP);
Siemens (Jundiaí/SP);
Volkswagen (Resende/RJ);
e WEG (Jaraguá do Sul/SC)

FIGURA 1 – Medição das Relações e Nível de Compatibilidade dos Programas para Excelência nas Organizações com os seus Aspectos Culturais

Isso será feito através da construção de um ambiente de aprendizagem próprio, constituído de reuniões, parte destas realizadas no local do trabalho onde a tarefa é executada, e parte em sala de reuniões.

Neste ambiente de aprendizagem e inovação existe uma troca de conhecimentos teórico e prático, possibilitando aos Consultores se familiarizarem com as práticas e o dia-a-dia da organização, e aos Multiplicadores Internos uma oportunidade única para obterem novos conhecimentos, alinhados com as melhores práticas de gestão, apresentadas pelos Consultores. E ainda, todos participarão de um espaço de reflexão e debates, com liberdade e criatividade, sobre questões importantes relativas à organização.

Com as OTG's, a organização, através de seus Multiplicadores Internos, com a orientação dos Consultores, deve identificar e entender o problema, participar ativamente da elaboração do diagnóstico e buscar uma solução inovadora, e também, de sua efetiva implantação. Ou seja, nesta metodologia a ação de formação não é fundamentada em um modelo passivo de treinamento ou Consultoria, mas sim, emprega uma metodologia de educação participativa, “aprendendo fazendo”, com grande troca de experiências, na qual os conceitos são aplicados de forma prática pelos Multiplicadores Internos, que são motivados, preparados e assessorados para agir em questões da própria organização.

Ao final desta intervenção, Multiplicadores Internos devem apresentar um conhecimento estruturado e crítico sobre o tema e, principalmente, desenvolver a capacidade de efetivamente aplicar as técnicas e mudanças para a otimização dos processos críticos da organização nas áreas trabalhadas, passando a constituir a base para um futuro grupo de assessoria ou Consultoria organizacional interna de gestão, visado assessorar a direção de forma continuada e eficaz.

É esse método de intervenção organizacional é hoje um dos mais eficazes e de menor custo. Seu desenvolvimento é dinâmico e pode ser entendido não só como uma metodologia, mas principalmente como um norte para uma nova postura nas relações de intervenções e análise das organizações.

A OTG é dividida em quatro etapas; a primeira Análise Situacional; a segunda Buscando e Definindo a Solução e Capacitando os Multiplicadores Internos; a terceira Apresentando a Solução e Plano de Ação; e a quarta Acompanhamento da Implantação do Plano de Ação.

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