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O Brasil do jeitinho e do “sempre levar vantagem”, mas também da criatividade, passa a ocupar a sua pior posição na série histórica no Relatório Global de Competitividade. Em 2012 estava em 48ª lugar, em 2014 em 57ª, hoje em 75ª.
A deterioração da economia brasileira, agravada pelas posições gerenciais e éticas desastrosas, que o governo atual adota, poderá levar o Brasil ainda, a posição bem menos confortável, caso o bom senso não prevaleça entre seus mandatários.
Para voltar a crescer e aumentar sua competitividade, o Brasil precisa de investimentos significativos e isso só vai ocorrer depois de reconquistar uma boa imagem internamente e no exterior. Novamente é preciso o bom senso, mas agora de todos não somente dos mandatários.
Porém, o que se pode esperar dos brasileiros, diante do conceito de bom senso? Para Aristóteles, bom senso é o "elemento central da conduta ética, uma capacidade virtuosa de achar o meio-termo e distinguir a ação correta”.
Assim, como utilizar a conduta ética, a capacidade virtuosa de achar o meio-termo e distinguir a ação correta, diante de um contexto, em que:
A dirigente maior apresenta evoluções para humanidade ao “criar” as “mulheres sapiens”; mais também, em que, seus habitantes estão na 55ª posição do ranking mundial de leitura. É ... penso que sem leitura, sem conhecimento, não tem como distinguir o homo sapiens das “mulheres sapiens”.
Ainda, a dirigente maior sugere, deixar a meta em aberto e quando for atingida será dobrada;  mais também, em que, 75% de seus adultos não sabem fazer médias simples, 63% não conseguem responder a perguntas sobre percentuais e 75% não entendem frações. É ... penso que sem conhecimento da matemática básica, não é possível definir ou conceber uma meta ou fazer uma projeção.
O Presidente do Camara é formalmente denunciado por corrupção; mais também, em que, seus habitantes, cortam filas, param seus carros em vagas proibidas, não diferenciam o público do privado e pensam que os fins justificam os meios. É ... penso que sem uma postura ética de todos, o julgamento do que é correto fica confuso e não delimitado.
Mais se você “ganhasse” muito dinheiro de “forma fácil”, o que você faria? Marque aqui: 
Treinaria na Academia do Nick Bollettieri; 
Faria Ações Sociais;     
Compraria uma Lamborghini;
Patrocinaria um Movimento pela Ética;
Compraria ações da JBS; 
Faria doações à Pesquisa.   
Porém, já que a maioria dos brasileiros não sabem o que é ganhar dinheiro de “forma fácil”, então precisam urgentemente melhorar sua capacidade de achar o meio-termo e distinguir a ação correta. O jeitinho e “sempre levar vantagem”, não combina mais com o sério, legal e competitivo.
Postado em: Notícias gerais

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